domingo, 28 de abril de 2024

 Criada em 2015 em Portugal, o Climáximo é uma organização de ativistas climáticos, alinhada com o Ambientalismo Radical e baseada no princípio da Desobediência Civil. Entendendo que as lideranças políticas e econômicas não estão dispostas a criar medidas que reduzam drasticamente o investimento na exploração de combustíveis fósseis para frear a crise climática, o Climáximo considera que tornou-se imperativo efetuar ações diretas para combater a inação climática dos governos e empresas, que seguem indiferentes e em total descompasso com a realidade do Estado de Emergência Climática planetária que ora nos encontramos.

Desde o dia 22 de abril, onze membros do coletivo estão sendo julgados, acusados de desobediência civil e de interrupção da circulação automotiva, por terem bloqueado o trânsito por uma hora em uma avenida em Lisboa, em dezembro do 2023, portando uma faixa com os dizeres “Os governos e as empresas declararam guerra à sociedade e ao planeta”. Se condenados, poderão ser presos com um ano de detenção.

Além dos aparelhos ideológicos que incessantemente desqualificam o Ambientalismo Radical e demonizam sua tática de luta política, os aparelhos repressivos de Estado também estão em pleno funcionamento, enquadrando os ativistas climáticos como ‘desviantes da ordem’, punindo-os exemplarmente por perturbarem a rotina urbana.

Aceita-se passivamente que os extremos climáticos perturbem a ordem pública com furacões e ciclones, enchentes e inundações; mas não se permite que manifestações políticas perturbem essa mesma ordem pública com protestos que interrompam pedagogicamente a rotina das pessoas que ainda não compreenderam a severidade da crise climática. Com esta contradição, entendemos que a Sociedade Disciplinar, para manter a ordem social e econômica intacta, na verdade impede que medidas efetivas sejam realmente tomadas para que se mude o sistema, e não o clima.

Compartilhando a convicção da urgência em responsabilizar os tomadores de decisão que dispõem agora de apenas dois anos para evitar um cenário de instabilidade climática que pode ser devastador, viemos à público manifestar nossa solidariedade incondicional àqueles que ousam desafiar a ordem social e econômica injusta e ecocida, e não aceitam nem as falsas soluções climáticas, nem a normalização da crise climática.




quinta-feira, 25 de maio de 2023

MICHÈLE SATO, PRESENTE!




MICHÈLE TOMOKO SATO

O que dizer  escrever  - sobre Michèle Sato, em poucos parágrafos, que sejam expressivos e representativos da existência  e obra dessa mulher?
Uma profissional indescritível! Pós-doutora em Educação e na Arte de aliar Arte-Educação como ninguém jamais havia feito para denunciar e anunciar as mazelas e crimes na área ambiental! Uma pesquisadora na essência da palavra! Tudo foi motivo de estudo. Nada passava por uma leitura simples de mundo. Ao contrário, lia o mundo por diferentes vieses. Interpretava-o e o traduzia em múltiplas linguagens para todos que dela se aproximassem.
 Não tinha tempo ruim para Michèle “arregaçar as mangas” e disseminar conhecimentos a quem quer que fosse e onde quer que estivesse. Falava aos pantaneiros-as, indígenas, negros-as, educadores-as, estudantes, migrantes, enfim... Humanos de todos os grupos e lugares, sempre com seu jeito humilde, inteligente, firme e decisivo de dizer verdades. Michèle surpreendia sempre! Foi brilhante!
Falava e atuava, com propriedade, sobre temas diversos, pois havia ciência em tudo que fazia. Aliás, Ciência – Amor - Esperança sustentavam sempre seus argumentos. Educadora encharcada nas obras de Paulo Freire, militava em favor da VIDA. Vida para o planeta inteiro e todos seus habitantes – criaturas de todas as espécies – em  todos os lugares. 
A água, a terra, o fogo e o ar impregnaram todos os momentos de sua vida, arte e militância. Pois é um espírito semeador que lançou sementes em diferentes direções, sempre preocupada em desfazer a invisibilidade e a vulnerabilidade dos seres esquecidos nesse mundo. Lutou por um planeta inteiro! 
E mesmo no leito de um hospital de UTI, ao longo de 33 dias, foi guerreira, ensinando-nos a lutar. Como lutou!
Nunca será dito o bastante sobre essa mulher que foi ÁGUA, TERRA, FOGO e AR. 
GRATIDÃO!

Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicado e Arte

Contra os retrocessos ambientais

  




A boiada no congresso continua passando... O coletivo OBSERVARE OBSERVATÓRIO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL denuncia a aprovação, em regime de urgência, no Congresso Federal, de medidas que colocam em xeque a reestruturação das nossas políticas ambientais, o protagonismo dos povos originários e a defesa da Mata Atlântica . 


Ontem foi aprovada a Medida Provisória 1154/23 que esvazia os Ministérios do Meio Ambiente e dos Povos Indígenas. Além disso, foi aprovado o enfraquecimento da proteção à Mata Atlântica.


Outro retrocesso foi a aprovação do PL490, chamado de Marco Temporal, uma medida violenta contra os povos Indígenas que atenta sobre o reconhecimento de suas terras. 


 Este é mais um dos ataques que a luta ambiental sofre, colocando a frente a ganância a qualquer custo, enquanto o colapso climático avança e os impactos recaem aos povos à margem deste sistema desigual que estrutura nosso País.


Contra os retrocessos ambientais!

Marco Temporal não!

Não à MP 1154/23!

Seguimos na luta!

OBSERVARE

sábado, 4 de fevereiro de 2023

nota de pesar

 https://www.ufmt.br/curso/ppge/noticias/nota-de-pesar-1675532987#top_page

Nota de Pesar

Foto: Redes sociais

Foto: Redes sociais

OPrograma de Pós-graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) se solidariza com a família de Thays Machado, egressa do curso de mestrado deste programa, pela sua partida tão breve. Enquanto estudante da pós-graduação defendeu este espaço de educação pública, gratuita e de qualidade e, principalmente, “Os Direitos Humanos e a Educação Ambiental”, tema da sua dissertação de mestrado, defendida em 2010 sob a orientação da Dra. Michèle Sato.

 

O ocorrido com Thays, na data de 18 de janeiro de 2023, ficou marcado para sempre na existência dos professores do nosso programa, assim como dos amigos e da sua família que, assim como milhares de famílias brasileiras perdem suas filhas, vítimas de feminicídio, uma triste realidade que se perpetua no contexto de um sistema que é estrutural em nosso país.

 

Diante de tamanha tristeza e dor, externalizamos o nosso mais profundo pesar pela perda, bem como o nosso sentimento de indignação pela forma como a sua vida foi tão brevemente ceifada, destacando que estaremos juntos na luta por justiça.

 

Desejamos, de mãos dadas, conforto ao coração de toda família.

 

Respeitosamente,

 

Colegiado e Funcionários do PPGE/UFMT.

 

Thays presente!

domingo, 27 de novembro de 2022

NOTA DE REPÚDIO

CONTRA AS VIOLÊNCIAS NAS ESCOLAS CAPIXABA 

Escola Primo Bitti, Em Racruz, ES / fotografia Kadija Fernandes

Fonte: Folha de SPaulo, https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/11/atirador-de-aracruz-es-usou-equipamentos-de-policia-para-entrar-em-escola-diz-investigacao.shtml


Nós, educadores e educadoras ambientais, prestamos nossa solidariedade as vítimas, as famílias, aos amigos e ao povo do Espírito Santo que sofrem a dor da ferida feita pelo ato covarde, cruel, patológico e de extrema violência nas escolas: Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Primo Bitti e no Centro Educacional Praia de Coqueiral, localizadas no município de Aracruz-ES. Nesse ataque brutal, 13 pessoas ficaram feridas levando à quatro vidas ceifadas da pior maneira, sendo três professoras e uma estudante de apenas 12 anos. A escola, lugar supostamente seguro, onde se planta sonhos e esperanças, tornou-se, na última sexta-feira (25/11/2022), lugar de violência e de tristeza.

Manifestamos a importância do trabalho desenvolvido pelas professoras que nos deixaram, e que, deixam para as futuras gerações suas lições de ciências, porém, mais do que isso, sua própria experiência de vida como exemplo de luta em defesa da vida. Embora todas as vidas sejam igualmente importantes, registramos a atuação da companheira que deixou marcas profundas na sua luta por justiça ambiental, a Socióloga e professora Flávia Amboss Merçom, que participava da gestão e que lutou contra as injustiças ambientais do crime de Mariana.

Nós educadores e educadoras ambientais, impactados com o crescimento da extrema direita de grupos neonazistas e neofascistas estimulados por sinais subliminares implícitos e explícitos, muitas vezes até por autoridades como o atual presidente e seus “seguidores”, não podemos permitir deixar passar impune essa violência.

O fomento ao ódio e todas as manifestações a favor das armas são expressões da violência que favorecem mais crimes hediondos. Os manifestantes destas exteriorizações de ódio são, portanto, responsáveis pela tragédia ocorrida, fruto do estímulo ao armamentismo e ao exagerado culto militar. Entendemos que quem cometeu esses crimes assombradores não é apenas um jovem de 16 anos completamente fora de seu altruísmo, mas um sistema de necropolítica que facilitou o seu acesso às armas, que estimulou a violência e que fez nascer e crescer na nossa sociedade um espírito de violência e que precisa ser imediatamente combatido.

Essa nota expressa a nossa dor e a nossa solidariedade às famílias e vítimas, mas também é um grito de repúdio e de indignação a esse cenário.

É uma forma de dizer basta dessa cultura de guerra! Chega!
Por uma cultura da paz!
Desarmamento já!
Desnazificação já!

Pela punição efetiva aos que incitam ao ódio!
Chega, em nome da vida!
Dos que lutam pela vida e pelo direito de existir!


27/11/2022

Rede Capixaba de Educação Ambiental, RECEA
http://receaes.blogspot.com/

Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudos em Educação Ambiental, Nipeea
http://nipeea.blogspot.com/

Observatório da Educação Ambiental, OBSERVARE
https://observatorioea.blogspot.com/

sábado, 26 de novembro de 2022

marcas da bola

 poesia e pintura: CELSO SÁNCHEZ

campinho de pelada e as marcas da bola


Quiseram derrubar o céu

Quiseram antecipar o fim do mundo

Tentaram reviver o mal passado

Queimaram o verde 

Saquearam o amarelo

Borraram o azul

Em nome do Branco

Mas não conseguiram achar o umbigo plantado no chão 

Nem conseguirão 

Almas Rebeldes em rodopios entorta arados

Gingam e não se rendem

é impossível dissipar essa multidão de encantados

Impossível dispersar quem sonha junto e faz chover

Gente que dá voleios e sabe voar

Aponta caminhos com ponta firme

E aprende a sonhar

Essa gente que insiste em acreditar na gente

Essa gente umbigada na terra

Que busca apenas a dignidade e o direito de dizer

Quando bem entender e quiser,

NÃO 



Ainda pra Richarlison que me fez torcer pelo Brasil de novo! 

Viva a Copa!!!! 

Vai Brasil!!!

Obrigado companheiro!


Richarlison por Gilmar
*



terça-feira, 1 de novembro de 2022

PENSEM BEM... MAS, BEM MESMO

 

 

arte: ADEMAR VIEIRA

PENSEM BEM...

MAS, BEM MESMO

Luiz Afonso Figueiredo


Pensem bem...

mas, bem mesmo; profundamente.

Enquanto uns choram,

Em meio a loucura instalada,

A não aceitação da democracia.

Em que pessoas gritam desrespeitadas,

Mesmo no silêncio ensurdecedor e criminoso

De seus líderes maiores.

Falam em divergir, radicalizar,

Destruir coisas tão caras à vida justa.

Falam em nome de Deus,

Mas, que Deus é esse que prega o ódio e a intolerância?!

Em que texto sagrado está dito

Que você pode quer a morte do outro?!

Divergir sim, mas com respeito e consideração.

Sabemos bem o que é isso,

Não ser considerado, ouvido, ter atenção.

De outro lado,

Pessoas falam em amor, confiança,

Em reconciliar, reconstruir e reunificar,

Recuperar amizades, laços familiares.

São os que não soltam a mão de ninguém,

Que plantam flores, árvores e alegrias,

Pessoas que querem a luz para todos e todas,

Justiça todos os dias.

Não sei em que mundo vivem os primeiros,

Talvez estejam presos na MATRIX,

Sendo sugados, vilipendiados,

E, mesmo assim, creem que estão vivendo

Em um mundo feliz.

Enquanto, seu “mito” vocifera,

Coloca a gente no fundo do poço da história,

Pragueja, dilacera e nada faz,

As outras referências,

Ressaltam que não querem dois Brasis,

E pregam a esperança, o entendimento e a paz.

Aquele endeusado,

Insano, débil e escatológico,

Retira direitos, escancara defeitos,

Fala que tudo está lindo e maravilhoso,

E o país na fila do osso.

O operário,

Com pouco estudo, mas grande sabedoria,

Mesmo com tanta mentira e iniquidade,

Volta altivo, amistoso e forte.

E em menos de 24 horas se faz,

Respeitado por todos países,

Do hemisfério Sul ao Norte.

Pense bem...

Mas, bem mesmo.

Quais são as referências e os fundamentos,

De um e do outro lado.

Armas ou livros?

Pense bem...

Mas, bem mesmo.

Você crê, no fundo coração,

Que teu “mito” não te abandona,

Que quer o melhor para você e sua família?!

Que chora contigo nessa hora,

E tantas outras em que

Mais de 600 mil brasileiros e brasileiras morreram

Por uma enfermidade mundial,

Mas que poderiam ter sido salvados,

Pela Ciência e boa vontade.

Pense bem...


Luiz Afonso Figueiredo

Solar Yuc (Mérida, Yucatán, México)

01 nov. 2022

quinta-feira, 30 de junho de 2022

Unirio pretende anular posse de professora após oito anos de dedicação à instituição

 https://adunirio.org.br/principal/unirio-pretende-anular-posse-de-professora-apos-oito-anos-de-dedicacao-a-instituicao/


Unirio pretende anular posse de professora após oito anos de dedicação à instituição


Soubemos que após oito anos se dedicando ao ensino, à pesquisa e à extensão na Unirio, a professora Elizabeth Sara Lewis, da Escola de Letras, foi informada pela reitoria que terá sua posse anulada. A docente tem uma atuação destacada na instituição, tendo exercido ao longo do período as funções de coordenadora do curso de Licenciatura, membro do Conselho de Centro, membro do Núcleo Docente Estruturante do curso de Licenciatura em Letras e presidenta da seção sindical, Adunirio. Além disso, alcançou distinção como pesquisadora, carregando consigo o nome da Unirio ao receber o reconhecimento externo pelo seu brilhantismo e empenho. Participou também de projetos de extensão de impacto significativo na comunidade, atuando ainda na Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) e no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe).

A Adunirio, com auxílio da sua assessoria jurídica, tentou dialogar com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) e a Procuradoria Geral para buscar uma solução para o caso. Indicamos mais uma vez que a Unirio poderia atuar com seu aparato burocrático para defender o desenvolvimento institucional, defender os interesses da comunidade universitária e buscar o melhor caminho para evitar a escalada nos conflitos internos. Infelizmente, porém, vemos novamente a reitoria optar pelo caminho autoritário, que neste caso resulta numa renúncia injustificada da universidade à experiência acumulada de oito anos de trabalho e em mais uma contribuição para a “fuga de cérebro” de uma instituição pública nacional.

Há um processo jurídico em torno da admissão da docente devido ao fato de que o concurso no qual a professora fora aprovada em primeiro lugar exigia, para candidatos estrangeiros, o visto permanente no ato da posse, 30 dias após a nomeação. Entretanto, o visto permanente só podia ser solicitado após a nomeação, e demorava até 90 dias para ser confeccionado, efetivamente impedindo a posse da professora. Ainda assim, a professora conseguiu garantir a obtenção do documento dentro do tempo determinado, mas a Unirio se recusa a reconhecê-lo no processo.

Escola de Letras lançou carta no fim de maio deste ano lamentando a postura da reitoria e solicitando “que qualquer decisão administrativa referente ao caso seja precedida de ampla divulgação de suas motivações à comunidade acadêmica, e do esclarecimento quanto aos esforços tomados para solucionar o caso de maneira favorável à universidade, o que certamente contará com nossa contribuição e mobilização para que a professora permaneça em nossos quadros”. Nós da Adunirio, depois de todos esforços que fizemos para buscar uma solução com a reitoria, reforçamos essa reivindicação da Escola de Letras para que o debate seja feito, então, de forma aberta com a comunidade e que a Unirio assuma as consequências de mais uma decisão desastrosa que intensifica o clima conflitivo na universidade.




AUTOR

Adunirio

RUBEN LASSAGA - URGENTE

 https://twitter.com/uttnacional/status/1542498018188042243?t=DguvJf_6Z2rBPNHvPdV4tg&s=08

En santiago del Estero siguen las amenazas y la violencia a quienes defendemos la tierra. Repudiamos las amenazas al Cura campesino RUBEN LASSAGA por defender la tierra.




quarta-feira, 8 de junho de 2022

nota de pesar GETÚLIO

NOTA DE PESAR
Getúlio Dornelles Larratéa


fonte: G1 - 08.06.2022
https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2022/06/08/professor-da-ufsc-morre-apos-ser-visto-desorientado-andando-em-rua-de-florianopolis-policia-investiga.ghtml


Nós, do Observatório da Educação Ambiental Brasileira (OBSERVARE), manifestarmos nossa tristeza e consternação pela morte brutal do professor Getúlio Dornelles Larratéa, incansável defensor da vida e do meio ambiente em Florianópolis. Professor aposentado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Getúlio era um inovador metodológico no curso de Nutrição, além de ser um guardião do Sertão do Peri, em Florianópolis, denunciando as irregularidades das ocupações e na constante defesa da região.

No dia 2 de junho, em plena semana mundial do meio ambiente, o professor foi vítima de violência em sua residência, com a necropsia registrando inúmeras lesões corporais causadas pelo ódio propagado para aqueles que estão na base estrutural da necropolítica e do negacionismo ambiental.

Manifestamos nosso pesar aos familiares e somamo-nos à luta por justiça, continuando a luta ambientalista, a defesa da agroecologia, da soberania alimentar e em defesa da VIDA!

Seja nos sumiços nas rotas amazônicas ou nas regiões catarinenses, de norte ao sul, leste ao oeste, o Brasil testemunha as violências com um grito de indignação, com solidariedade e brados de resistência ecologista!

NÃO NOS CALARÃO!

GETÚLIO PRESENTE!




08/06/22

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 Criada em 2015 em Portugal, o Climáximo é uma organização de ativistas climáticos, alinhada com o Ambientalismo Radical e baseada no princí...